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    Avaliação sem compromisso

    Sofreu acidente e ficou com sequela? Você pode ter direito a um benefício do INSS.

    O auxílio-acidente é uma indenização paga pelo INSS a quem ficou com sequela permanente após um acidente — de trabalho, de trânsito ou doméstico. Ele é pago junto com o seu salário e pode incluir valores atrasados dos últimos 5 anos. Somos um escritório especializado em analisar e conduzir esse pedido.

    • Recebe e continua trabalhando
    • Atrasados de até 5 anos
    • 100% digital, todo o Brasil
    • Equipe especializada em INSS

    250+ clientes em todo o Brasil

    Trabalhadores que buscaram o que a lei prevê para quem ficou com sequela.

    Veja o que elas dizem.

    ★★★★★

    "Caí de moto indo para o trabalho e fiquei com placa no tornozelo. Voltei a trabalhar e nunca soube que podia pedir esse benefício. A equipe me explicou tudo pelo WhatsApp."

    — Marcos S., 38 anos — Goiânia/GO

    Sequela: Fratura no tornozelo

    ★★★★★

    "Trabalhei anos em linha de produção e fiquei com limitação no punho. Achei que só valia acidente. Me orientaram sobre os laudos e o processo foi todo online."

    — Juliana P., 34 anos — São Paulo/SP

    Sequela: LER/DORT

    ★★★★★

    "Perdi parte de um dedo numa máquina. O INSS encerrou meu auxílio-doença e nunca falou de auxílio-acidente. Fiquei sabendo por um colega."

    — Edson R., 45 anos — Belo Horizonte/MG

    Sequela: Perda de dedo

    ★★★★★

    "Acidente de carro, cirurgia no joelho e meses afastado. Hoje trabalho, mas com limitação. O atendimento foi atencioso do começo ao fim."

    — Rafael T., 29 anos — Recife/PE

    Sequela: Lesão de joelho

    ★★★★★

    "Caí no trabalho e fiquei com o ombro limitado. Não sabia que dava para receber e continuar trabalhando. Mandei os documentos pelo celular."

    — Cláudia M., 41 anos — Curitiba/PR

    Sequela: Lesão de ombro

    ★★★★★

    "Trabalhei a vida toda com barulho de máquina. Descobri que perda auditiva pode entrar como doença ocupacional. Muito bem orientado."

    — Antônio L., 52 anos — Salvador/BA

    Sequela: Perda auditiva

    ★★★★★

    "Quebrei o braço numa queda e fiquei com pinos. A equipe analisou meu caso com calma e me explicou cada etapa."

    — Diego F., 33 anos — Porto Alegre/RS

    Sequela: Fratura no braço

    ★★★★★

    "Sou empregada doméstica e machuquei o punho em casa. Achei que doméstica não tinha direito. Me explicaram que desde 2015 tem."

    — Sônia A., 47 anos — Fortaleza/CE

    Sequela: Lesão no punho

    ★★★★★

    "Caí de moto indo para o trabalho e fiquei com placa no tornozelo. Voltei a trabalhar e nunca soube que podia pedir esse benefício. A equipe me explicou tudo pelo WhatsApp."

    — Marcos S., 38 anos — Goiânia/GO

    Sequela: Fratura no tornozelo

    ★★★★★

    "Trabalhei anos em linha de produção e fiquei com limitação no punho. Achei que só valia acidente. Me orientaram sobre os laudos e o processo foi todo online."

    — Juliana P., 34 anos — São Paulo/SP

    Sequela: LER/DORT

    ★★★★★

    "Perdi parte de um dedo numa máquina. O INSS encerrou meu auxílio-doença e nunca falou de auxílio-acidente. Fiquei sabendo por um colega."

    — Edson R., 45 anos — Belo Horizonte/MG

    Sequela: Perda de dedo

    ★★★★★

    "Acidente de carro, cirurgia no joelho e meses afastado. Hoje trabalho, mas com limitação. O atendimento foi atencioso do começo ao fim."

    — Rafael T., 29 anos — Recife/PE

    Sequela: Lesão de joelho

    ★★★★★

    "Caí no trabalho e fiquei com o ombro limitado. Não sabia que dava para receber e continuar trabalhando. Mandei os documentos pelo celular."

    — Cláudia M., 41 anos — Curitiba/PR

    Sequela: Lesão de ombro

    ★★★★★

    "Trabalhei a vida toda com barulho de máquina. Descobri que perda auditiva pode entrar como doença ocupacional. Muito bem orientado."

    — Antônio L., 52 anos — Salvador/BA

    Sequela: Perda auditiva

    ★★★★★

    "Quebrei o braço numa queda e fiquei com pinos. A equipe analisou meu caso com calma e me explicou cada etapa."

    — Diego F., 33 anos — Porto Alegre/RS

    Sequela: Fratura no braço

    ★★★★★

    "Sou empregada doméstica e machuquei o punho em casa. Achei que doméstica não tinha direito. Me explicaram que desde 2015 tem."

    — Sônia A., 47 anos — Fortaleza/CE

    Sequela: Lesão no punho

    250+ clientes em todo o Brasil

    Mitos que te fazem perder dinheiro

    Muitas pessoas deixam de buscar um direito garantido por lei porque acreditam em informações erradas. Veja a verdade:

    MITO

    "Se eu voltei a trabalhar, não tenho direito."

    VERDADE

    O auxílio-acidente existe justamente para quem continua trabalhando. Ele é uma indenização pela redução da capacidade e é pago junto com o salário.

    MITO

    "Só vale acidente de trabalho."

    VERDADE

    A lei fala em acidente de qualquer natureza: trânsito, queda em casa, lazer ou trabalho. O que importa é a sequela que reduziu sua capacidade.

    MITO

    "A sequela precisa ser grave."

    VERDADE

    O STJ entende que basta uma redução da capacidade para o trabalho habitual, ainda que em grau mínimo, desde que comprovada por perícia.

    MITO

    "O INSS já teria me dado se eu tivesse direito."

    VERDADE

    O benefício deveria ser analisado quando o auxílio-doença termina, mas muitas vezes isso não acontece. Por isso tanta gente nunca chegou a pedir.

    Sua sequela está nesta lista? Você pode ter direito ao auxílio-acidente.

    O art. 86 da Lei 8.213/91 prevê o benefício para sequelas que reduzem a capacidade para o trabalho. Alguns exemplos comuns:

    Fraturas com placas e pinos
    Perda ou limitação de dedos
    Lesões de mão e punho
    Lesões de joelho
    Lesões de ombro
    Lesões de tornozelo e pé
    Lesões de coluna
    Perda auditiva
    Perda de visão
    Amputações
    LER / DORT
    Sequelas de queimaduras
    Encurtamento de membro
    Limitação de movimentos
    Sequelas de traumatismo craniano
    Lesões de nervos
    Acidentes de moto ou carro
    Acidentes de trabalho ou trajeto

    Importante

    Doenças ocupacionais, como LER/DORT e perda auditiva pelo ruído, são equiparadas a acidente de trabalho. Cada caso depende de perícia médica e da análise dos documentos.

    Você pode estar deixando de receber milhares de reais sem saber.

    A Lei 8.213/91 prevê que o trabalhador segurado que ficou com sequela permanente após um acidente pode receber o auxílio-acidente, uma indenização mensal paga pelo INSS.

    Isso significa duas coisas:

    1. 1.Você pode passar a receber um valor mensal junto com o seu salário.
    2. 2.Os valores que deixaram de ser pagos nos últimos 5 anos podem ser pedidos, com correção.

    Mas os atrasados são limitados aos últimos 5 anos — cada mês que passa pode sair dessa conta.

    Calcule sua estimativa personalizada

    Dependendo do seu salário de contribuição, o benefício mensal e os atrasados podem representar valores significativos. Use o simulador abaixo para calcular uma estimativa com base no seu rendimento.

    📊 O auxílio-acidente é pago até a aposentadoria e não impede você de continuar trabalhando.

    Simulador

    Descubra uma estimativa do seu auxílio-acidente

    Informe os dados abaixo para ver uma estimativa ilustrativa do valor mensal e dos atrasados.

    Use o valor bruto do seu contracheque (antes dos descontos)

    R$ 
    R$ 1.518R$ 8.000

    * Simulação meramente ilustrativa. O valor real depende da média dos salários de contribuição calculada pelo INSS, da perícia médica e da data de início do benefício. Atrasados limitados aos últimos 5 anos e sujeitos à análise individual. Não há garantia de concessão.

    A Justiça está do seu lado.

    A lei e os tribunais superiores já definiram pontos importantes sobre o auxílio-acidente. Veja:

    Lei 8.213/91 — art. 86

    "O auxílio-acidente será concedido, como indenização, ao segurado quando, após consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, resultarem sequelas que impliquem redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia."

    Vale para acidente de qualquer natureza, não só do trabalho.

    STJ — Tema 416

    "Exige-se, para concessão do auxílio-acidente, a existência de lesão que implique redução da capacidade para o labor que habitualmente exercia, sendo irrelevante o grau."

    Basta a redução da capacidade, mesmo que pequena.

    STJ — Tema 862

    "O termo inicial do auxílio-acidente deve recair no dia seguinte ao da cessação do auxílio-doença que lhe deu origem."

    O benefício pode contar desde o fim do auxílio-doença.

    Como funciona o caminho até o auxílio-acidente.

    Sem burocracia, sem sair de casa.

    ①

    AVALIAÇÃO DO CASO

    Preencha o formulário ou nos chame no WhatsApp. Nossa equipe analisa o acidente, a sequela e seu vínculo com o INSS — sem compromisso.

    ②

    DOCUMENTOS E LAUDOS

    Orientamos sobre os documentos necessários: CAT (se houver), exames, laudos, carta de alta do auxílio-doença e carteira de trabalho — tudo sem sair de casa.

    ③

    PEDIDO NO INSS OU AÇÃO JUDICIAL

    Fazemos o pedido administrativo ou, quando o INSS nega ou não analisa, entramos com a ação. Acidente de trabalho tramita na Justiça Estadual; os demais, na Justiça Federal.

    ⚖️ Na ação judicial, a sequela é avaliada por perito nomeado pelo juiz

    ④

    BENEFÍCIO MENSAL + ATRASADOS

    Reconhecido o direito, o benefício passa a ser pago junto com o seu salário até a aposentadoria, e podem ser pagos os atrasados dos últimos 5 anos, com correção.

    Quem tem direito ao auxílio-acidente? Mais gente do que você imagina.

    NÃO é preciso estar afastado nem incapaz para trabalhar. Basta ser segurado na época do acidente e ter ficado com sequela que reduz a capacidade para a função que exercia.

    ✅

    Empregados com carteira assinada

    Trabalhadores CLT que sofreram acidente de trabalho, de trajeto ou fora do trabalho

    ✅

    Empregados domésticos

    Domésticas, caseiros, motoristas e cuidadores com carteira assinada (desde 2015)

    ✅

    Trabalhadores avulsos

    Portuários e avulsos intermediados por sindicato ou órgão gestor

    ✅

    Trabalhadores rurais

    Segurados especiais: agricultores familiares, pescadores artesanais e similares

    ✅

    Quem já voltou ao trabalho

    Mesmo trabalhando normalmente, a sequela pode dar direito ao benefício

    ✅

    Quem teve doença ocupacional

    LER/DORT, perda auditiva e outras doenças ligadas ao trabalho

    Quem pode ter direito ao auxílio-acidente?

    O benefício alcança trabalhadores de diversas áreas. Veja se você se enquadra:

    Motoboys e entregadores

    Com carteira assinada, que sofreram acidente de moto no trabalho ou no trajeto.

    Motoristas

    Caminhoneiros, motoristas de ônibus e de empresa com vínculo CLT.

    Construção civil

    Pedreiros, serventes, eletricistas e outros profissionais de obra.

    Indústria

    Operadores de máquina e trabalhadores de linha de produção.

    Trabalhadores rurais

    Segurados especiais e empregados rurais.

    Empregados domésticos

    Domésticas, caseiros, cuidadores e motoristas particulares registrados.

    Manutenção e serviços

    Mecânicos, soldadores, técnicos e auxiliares de manutenção.

    Comércio e logística

    Estoquistas, repositores, carregadores e atendentes.

    Atenção

    MEI, autônomos e contribuintes facultativos não têm direito ao auxílio-acidente. O que conta é o vínculo que você tinha na data do acidente. Consulte nossa equipe para uma análise do seu caso.

    35+

    Anos de experiência do escritório

    Décadas

    De atuação em direito previdenciário

    100%

    Online para todo o Brasil

    50%

    Do salário de benefício é o valor previsto em lei para o auxílio-acidente

    Sem carência

    O benefício não exige tempo mínimo de contribuição

    5 anos

    É o limite dos valores atrasados que podem ser pedidos

    Milhares

    De trabalhadores com sequela nunca chegaram a pedir o benefício

    Equipe Martins Coelho Advogados

    Quem vai cuidar do seu caso

    Uma equipe dedicada a cuidar do seu caso com a atenção que ele merece.

    Dr. Paulo Coelho — Advogado, sócio do escritório Martins Coelho Advogados, com atuação há mais de 35 anos. O escritório atua em direito tributário e previdenciário, incluindo benefícios do INSS por acidente.

    Filho do fundador do escritório Martins Coelho, um dos escritórios tradicionais do Distrito Federal, com mais de 35 anos de história.

    Atuação presencial em Brasília e 100% online para todo o Brasil.

    Martins Coelho

    Escritório com mais de 35 anos de tradição.

    Sede no Lago Sul, Brasília-DF, com atendimento presencial e 100% online para clientes de todo o Brasil.

    Nosso Escritório

    Uma estrutura pensada para atender com excelência

    Sede própria no Lago Sul, Brasília-DF — com mais de 35 anos de história

    Sede Própria
    35+ Anos
    Estrutura Completa
    Atendimento Presencial e Digital
    Sala de Reuniões
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    Recepção
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    Hall de Entrada
    Hall de Entrada
    Sala de Espera
    Sala de Espera
    Atendimento
    Atendimento

    ← Deslize para ver mais →

    Nossa Trajetória

    1989

    Fundação

    Escritório fundado pelo Dr. Martins Coelho em Brasília-DF

    1998

    Sede Própria

    Mudança para sede própria no Lago Sul

    2005

    Especialização

    Foco em direito tributário e previdenciário

    2015

    Isenção de IR

    Especialização em isenção de IR por doença grave

    2020

    100% Digital

    Atendimento online para todo o Brasil

    2025

    Cobertura Nacional

    Centenas de clientes atendidos em todos os estados

    SHIS QI 16, Lago Sul — Brasília/DF

    Atendemos clientes em todo o Brasil

    100% online — você não precisa sair de casa

    Estados com clientes ativos
    Cobertura disponível

    Estados com clientes:

    ALAMAPBACEDFESGOMAMGMSMTPAPBPEPIPRRNRORSSCSESPTO

    24 estados já têm clientes atendidos. Todo o processo é feito de forma remota — documentação pelo WhatsApp, acompanhamento online e comunicação por videochamada quando necessário.

    Tire suas dúvidas antes de dar o próximo passo.

    Como funciona o processo, passo a passo

    Do primeiro contato até a decisão — tudo de forma clara e transparente.

    1

    Você acessa o site

    Você chegou aqui e está se informando — já é o primeiro passo para entender seu direito.

    2

    Avaliação do caso

    Você entra em contato pelo WhatsApp ou formulário. Analisamos seu caso sem compromisso.

    3

    Análise de viabilidade

    Verificamos seu vínculo na data do acidente, o histórico do auxílio-doença e os laudos da sequela.

    4

    Documentação

    Orientamos sobre CAT, exames, laudos e demais documentos — tudo pelo WhatsApp, sem sair de casa.

    5

    Pedido no INSS ou ação judicial

    Fazemos o requerimento ao INSS ou, quando necessário, entramos com a ação na Justiça competente.

    6

    Perícia médica

    A sequela é avaliada por perícia — do INSS ou de perito nomeado pelo juiz.

    ⚡ Acompanhamos você na preparação para a perícia
    7

    Decisão + Atrasados

    Reconhecido o direito, o benefício passa a ser pago junto com o salário e podem ser pagos os atrasados dos últimos 5 anos.

    Há quanto tempo você convive com a sequela sem receber nada?

    Veja uma estimativa ilustrativa do que pode ter deixado de receber desde o fim do auxílio-doença.

    R$ 3.000
    R$ 1.500R$ 8.000
    3 anos
    1 ano10 anos

    Estimativa ilustrativa de atrasados

    R$ 54.000

    São 36 meses de um benefício estimado em R$ 1.500 por mês.

    Simulação ilustrativa, sem correção. O valor real depende do cálculo do INSS, da perícia e da análise individual. Não há garantia de concessão.

    Quanto antes você verificar seu direito, menos atrasados ficam para trás.

    Os valores atrasados são limitados aos últimos 5 anos — cada mês que passa pode sair dessa conta. A avaliação é sem compromisso e o atendimento é 100% online.

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