OAB/DF 68.647 · 35+ anosO auxílio-acidente é uma indenização paga pelo INSS a quem ficou com sequela permanente após um acidente — de trabalho, de trânsito ou doméstico. Ele é pago junto com o seu salário e pode incluir valores atrasados dos últimos 5 anos. Somos um escritório especializado em analisar e conduzir esse pedido.
250+ clientes em todo o Brasil
Veja o que elas dizem.
"Caí de moto indo para o trabalho e fiquei com placa no tornozelo. Voltei a trabalhar e nunca soube que podia pedir esse benefício. A equipe me explicou tudo pelo WhatsApp."
— Marcos S., 38 anos — Goiânia/GO
Sequela: Fratura no tornozelo
"Trabalhei anos em linha de produção e fiquei com limitação no punho. Achei que só valia acidente. Me orientaram sobre os laudos e o processo foi todo online."
— Juliana P., 34 anos — São Paulo/SP
Sequela: LER/DORT
"Perdi parte de um dedo numa máquina. O INSS encerrou meu auxílio-doença e nunca falou de auxílio-acidente. Fiquei sabendo por um colega."
— Edson R., 45 anos — Belo Horizonte/MG
Sequela: Perda de dedo
"Acidente de carro, cirurgia no joelho e meses afastado. Hoje trabalho, mas com limitação. O atendimento foi atencioso do começo ao fim."
— Rafael T., 29 anos — Recife/PE
Sequela: Lesão de joelho
"Caí no trabalho e fiquei com o ombro limitado. Não sabia que dava para receber e continuar trabalhando. Mandei os documentos pelo celular."
— Cláudia M., 41 anos — Curitiba/PR
Sequela: Lesão de ombro
"Trabalhei a vida toda com barulho de máquina. Descobri que perda auditiva pode entrar como doença ocupacional. Muito bem orientado."
— Antônio L., 52 anos — Salvador/BA
Sequela: Perda auditiva
"Quebrei o braço numa queda e fiquei com pinos. A equipe analisou meu caso com calma e me explicou cada etapa."
— Diego F., 33 anos — Porto Alegre/RS
Sequela: Fratura no braço
"Sou empregada doméstica e machuquei o punho em casa. Achei que doméstica não tinha direito. Me explicaram que desde 2015 tem."
— Sônia A., 47 anos — Fortaleza/CE
Sequela: Lesão no punho
"Caí de moto indo para o trabalho e fiquei com placa no tornozelo. Voltei a trabalhar e nunca soube que podia pedir esse benefício. A equipe me explicou tudo pelo WhatsApp."
— Marcos S., 38 anos — Goiânia/GO
Sequela: Fratura no tornozelo
"Trabalhei anos em linha de produção e fiquei com limitação no punho. Achei que só valia acidente. Me orientaram sobre os laudos e o processo foi todo online."
— Juliana P., 34 anos — São Paulo/SP
Sequela: LER/DORT
"Perdi parte de um dedo numa máquina. O INSS encerrou meu auxílio-doença e nunca falou de auxílio-acidente. Fiquei sabendo por um colega."
— Edson R., 45 anos — Belo Horizonte/MG
Sequela: Perda de dedo
"Acidente de carro, cirurgia no joelho e meses afastado. Hoje trabalho, mas com limitação. O atendimento foi atencioso do começo ao fim."
— Rafael T., 29 anos — Recife/PE
Sequela: Lesão de joelho
"Caí no trabalho e fiquei com o ombro limitado. Não sabia que dava para receber e continuar trabalhando. Mandei os documentos pelo celular."
— Cláudia M., 41 anos — Curitiba/PR
Sequela: Lesão de ombro
"Trabalhei a vida toda com barulho de máquina. Descobri que perda auditiva pode entrar como doença ocupacional. Muito bem orientado."
— Antônio L., 52 anos — Salvador/BA
Sequela: Perda auditiva
"Quebrei o braço numa queda e fiquei com pinos. A equipe analisou meu caso com calma e me explicou cada etapa."
— Diego F., 33 anos — Porto Alegre/RS
Sequela: Fratura no braço
"Sou empregada doméstica e machuquei o punho em casa. Achei que doméstica não tinha direito. Me explicaram que desde 2015 tem."
— Sônia A., 47 anos — Fortaleza/CE
Sequela: Lesão no punho
250+ clientes em todo o Brasil
Muitas pessoas deixam de buscar um direito garantido por lei porque acreditam em informações erradas. Veja a verdade:
MITO
"Se eu voltei a trabalhar, não tenho direito."
VERDADE
O auxílio-acidente existe justamente para quem continua trabalhando. Ele é uma indenização pela redução da capacidade e é pago junto com o salário.
MITO
"Só vale acidente de trabalho."
VERDADE
A lei fala em acidente de qualquer natureza: trânsito, queda em casa, lazer ou trabalho. O que importa é a sequela que reduziu sua capacidade.
MITO
"A sequela precisa ser grave."
VERDADE
O STJ entende que basta uma redução da capacidade para o trabalho habitual, ainda que em grau mínimo, desde que comprovada por perícia.
MITO
"O INSS já teria me dado se eu tivesse direito."
VERDADE
O benefício deveria ser analisado quando o auxílio-doença termina, mas muitas vezes isso não acontece. Por isso tanta gente nunca chegou a pedir.
O art. 86 da Lei 8.213/91 prevê o benefício para sequelas que reduzem a capacidade para o trabalho. Alguns exemplos comuns:
Importante
Doenças ocupacionais, como LER/DORT e perda auditiva pelo ruído, são equiparadas a acidente de trabalho. Cada caso depende de perícia médica e da análise dos documentos.

A Lei 8.213/91 prevê que o trabalhador segurado que ficou com sequela permanente após um acidente pode receber o auxílio-acidente, uma indenização mensal paga pelo INSS.
Isso significa duas coisas:
Mas os atrasados são limitados aos últimos 5 anos — cada mês que passa pode sair dessa conta.
Dependendo do seu salário de contribuição, o benefício mensal e os atrasados podem representar valores significativos. Use o simulador abaixo para calcular uma estimativa com base no seu rendimento.
📊 O auxílio-acidente é pago até a aposentadoria e não impede você de continuar trabalhando.
Informe os dados abaixo para ver uma estimativa ilustrativa do valor mensal e dos atrasados.
Use o valor bruto do seu contracheque (antes dos descontos)
* Simulação meramente ilustrativa. O valor real depende da média dos salários de contribuição calculada pelo INSS, da perícia médica e da data de início do benefício. Atrasados limitados aos últimos 5 anos e sujeitos à análise individual. Não há garantia de concessão.
A lei e os tribunais superiores já definiram pontos importantes sobre o auxílio-acidente. Veja:
"O auxílio-acidente será concedido, como indenização, ao segurado quando, após consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, resultarem sequelas que impliquem redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia."
Vale para acidente de qualquer natureza, não só do trabalho.
"Exige-se, para concessão do auxílio-acidente, a existência de lesão que implique redução da capacidade para o labor que habitualmente exercia, sendo irrelevante o grau."
Basta a redução da capacidade, mesmo que pequena.
"O termo inicial do auxílio-acidente deve recair no dia seguinte ao da cessação do auxílio-doença que lhe deu origem."
O benefício pode contar desde o fim do auxílio-doença.
Sem burocracia, sem sair de casa.
Preencha o formulário ou nos chame no WhatsApp. Nossa equipe analisa o acidente, a sequela e seu vínculo com o INSS — sem compromisso.
Orientamos sobre os documentos necessários: CAT (se houver), exames, laudos, carta de alta do auxílio-doença e carteira de trabalho — tudo sem sair de casa.
Fazemos o pedido administrativo ou, quando o INSS nega ou não analisa, entramos com a ação. Acidente de trabalho tramita na Justiça Estadual; os demais, na Justiça Federal.
⚖️ Na ação judicial, a sequela é avaliada por perito nomeado pelo juiz
Reconhecido o direito, o benefício passa a ser pago junto com o seu salário até a aposentadoria, e podem ser pagos os atrasados dos últimos 5 anos, com correção.
NÃO é preciso estar afastado nem incapaz para trabalhar. Basta ser segurado na época do acidente e ter ficado com sequela que reduz a capacidade para a função que exercia.
✅
Trabalhadores CLT que sofreram acidente de trabalho, de trajeto ou fora do trabalho
✅
Domésticas, caseiros, motoristas e cuidadores com carteira assinada (desde 2015)
✅
Portuários e avulsos intermediados por sindicato ou órgão gestor
✅
Segurados especiais: agricultores familiares, pescadores artesanais e similares
✅
Mesmo trabalhando normalmente, a sequela pode dar direito ao benefício
✅
LER/DORT, perda auditiva e outras doenças ligadas ao trabalho
O benefício alcança trabalhadores de diversas áreas. Veja se você se enquadra:
Com carteira assinada, que sofreram acidente de moto no trabalho ou no trajeto.
Caminhoneiros, motoristas de ônibus e de empresa com vínculo CLT.
Pedreiros, serventes, eletricistas e outros profissionais de obra.
Operadores de máquina e trabalhadores de linha de produção.
Segurados especiais e empregados rurais.
Domésticas, caseiros, cuidadores e motoristas particulares registrados.
Mecânicos, soldadores, técnicos e auxiliares de manutenção.
Estoquistas, repositores, carregadores e atendentes.
Atenção
MEI, autônomos e contribuintes facultativos não têm direito ao auxílio-acidente. O que conta é o vínculo que você tinha na data do acidente. Consulte nossa equipe para uma análise do seu caso.
35+
Anos de experiência do escritório
Décadas
De atuação em direito previdenciário
100%
Online para todo o Brasil
50%
Do salário de benefício é o valor previsto em lei para o auxílio-acidente
Sem carência
O benefício não exige tempo mínimo de contribuição
5 anos
É o limite dos valores atrasados que podem ser pedidos
Milhares
De trabalhadores com sequela nunca chegaram a pedir o benefício

Quem vai cuidar do seu caso
Dr. Paulo Coelho — Advogado, sócio do escritório Martins Coelho Advogados, com atuação há mais de 35 anos. O escritório atua em direito tributário e previdenciário, incluindo benefícios do INSS por acidente.
Filho do fundador do escritório Martins Coelho, um dos escritórios tradicionais do Distrito Federal, com mais de 35 anos de história.
Atuação presencial em Brasília e 100% online para todo o Brasil.

Escritório com mais de 35 anos de tradição.
Sede no Lago Sul, Brasília-DF, com atendimento presencial e 100% online para clientes de todo o Brasil.
Nosso Escritório
Sede própria no Lago Sul, Brasília-DF — com mais de 35 anos de história
Sala de Reuniões
Recepção
Hall de Entrada
Sala de Espera
Atendimento← Deslize para ver mais →
Escritório fundado pelo Dr. Martins Coelho em Brasília-DF
Mudança para sede própria no Lago Sul
Foco em direito tributário e previdenciário
Especialização em isenção de IR por doença grave
Atendimento online para todo o Brasil
Centenas de clientes atendidos em todos os estados
Escritório fundado pelo Dr. Martins Coelho em Brasília-DF
Mudança para sede própria no Lago Sul
Foco em direito tributário e previdenciário
Especialização em isenção de IR por doença grave
Atendimento online para todo o Brasil
Centenas de clientes atendidos em todos os estados
SHIS QI 16, Lago Sul — Brasília/DF
100% online — você não precisa sair de casa
Estados com clientes:
24 estados já têm clientes atendidos. Todo o processo é feito de forma remota — documentação pelo WhatsApp, acompanhamento online e comunicação por videochamada quando necessário.
Do primeiro contato até a decisão — tudo de forma clara e transparente.
Você chegou aqui e está se informando — já é o primeiro passo para entender seu direito.
Você entra em contato pelo WhatsApp ou formulário. Analisamos seu caso sem compromisso.
Verificamos seu vínculo na data do acidente, o histórico do auxílio-doença e os laudos da sequela.
Orientamos sobre CAT, exames, laudos e demais documentos — tudo pelo WhatsApp, sem sair de casa.
Fazemos o requerimento ao INSS ou, quando necessário, entramos com a ação na Justiça competente.
A sequela é avaliada por perícia — do INSS ou de perito nomeado pelo juiz.
Reconhecido o direito, o benefício passa a ser pago junto com o salário e podem ser pagos os atrasados dos últimos 5 anos.
Veja uma estimativa ilustrativa do que pode ter deixado de receber desde o fim do auxílio-doença.
Estimativa ilustrativa de atrasados
R$ 54.000
São 36 meses de um benefício estimado em R$ 1.500 por mês.
Simulação ilustrativa, sem correção. O valor real depende do cálculo do INSS, da perícia e da análise individual. Não há garantia de concessão.
Os valores atrasados são limitados aos últimos 5 anos — cada mês que passa pode sair dessa conta. A avaliação é sem compromisso e o atendimento é 100% online.
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